Roteiros

Centro de Convenções de João Pessoa é opção para turismo de negócios na Paraíba

Centro de Convenções de João Pessoa é opção para turismo de negócios na Paraíba

A Paraíba conta, desde agosto de 2012, com um importante equipamento para o fomento do turismo de negócios: o Centro de Convenções de João Pessoa. A primeira parte das obras foi concluída e inaugurada com a realização do Salão de Feiras e Exposições recebeu a segunda edição do Festival de Turismo de João Pessoa.

Com área total de 34,52 hectares, sendo 48.676 m² de área construída, o complexo está localizado às margens da PB 008 e vai dispor de quatro edificações principais: prédio do Mirante com 55 metros de altura; a Feira de Exposições e Eventos com 19 mil m² de área construída; Centro de Congressos com mais de 13 mil m² e o Teatro com capacidade de três mil pessoas.

Estrutura - O Centro de Convenções paraibano contará com um ponto de táxi; heliponto com 900 m²; praça do Relógio de Sol (um dos maiores do Brasil); guaritas de entrada e saída; guarita de serviços com compartimento de gás e lixo. Na área externa haverá passarelas cobertas, ponto de ônibus, espelhos d’água (18 mil m²) com metade para armazenamento de água pluvial.

Urbanização – Para comodidade dos visitantes, o Centro vai ter um estacionamento com capacidade de abrigar mais de 2 mil veículos, ônibus e para pessoas portadoras de necessidades especiais. Estão previstas áreas para jardins e de preservação ambiental da Mata Atlântica com área total de 11 hectares, mantendo o cinturão ecológico do Pólo Turístico.

Congressos – O Centro de Congressos está sendo erguido sobre um lago artificial com 60 centímetros de profundidade, interligado por passarela ao Mirante, com área total construída de 13 mil m². O primeiro pavimento, com área de mais de 11 mil metros quadrados, terá divisórias móveis acústicas, podendo servir como um auditório para 2.340 pessoas, ou ser dividido em até oito espaços diferentes, para eventos simultâneos.

O local também contará com salas multiuso, salas de apoio, sanitários públicos e para funcionários, reprografia, salas para atendimento médico, cozinha e refeitório. No segundo piso, funcionará a área administrativa.

Teatro – O teatro, com 11.763 m² de área construída, tem 3.042 lugares, divididos entre plateia e balcão. A área de plateia conta com 2.478 poltronas comuns, 56 para obesos e 13 espaços para cadeiras de rodas. Já o balcão terá 489 poltronas comuns e seis para obesos.

O Centro de Convenções de João Pessoa será administrado por uma empresa privada. A presidente da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), Ruth Avelino, explica que a terceirização é uma forma de tornar o empreendimento lucrativo e, ao mesmo tempo, evitar que dê despesas ao Estado. Quanto aos empregos, essa empresa, que será escolhida através de um processo de licitação, deverá ser responsável pela contratação de toda mão de obra que vai atuar no Centro.

Cabedelo: um porto seguro para os turistas náuticos que vêm da Europa e da África

Cabedelo: um porto seguro para os turistas náuticos que vêm da Europa e da África

Cabedelo

Velejadores de todo o mundo que viajam entre a Europa, Américas Central e do Sul, e África têm no porto de Cabedelo, litoral norte da Paraíba, um verdadeiro ‘porto seguro’. Com localização geográfica única (07°02’117’’ S, 34°51’357’’ W), Cabedelo é uma opção para velejadores que desejam navegar até o Caribe por uma rota mais curta e segura. É também um caminho para aqueles que pretendam descer em direção à Argentina, mais ao sul.

Navegadores experientes garantem que o trecho em que Cabedelo está localizada, os ventos são tranqüilos durante todo o ano e excelente profundidade. Outro fator destacado por navegadores experientes é que a praia fluvial do Jacaré, que pode ser acessada pelas embarcações que adentrarem pelo canal do rio Paraíba, tem todas as condições de ser uma escala internacional.

Rallye – Um exemplo de que o porto paraibano dispõe de condições climáticas e geográficas para receber tripulações de todo o mundo, é o Rallye des Îles du Soleil . Uma vez por ano, velejadores europeus, em sua maioria franceses, cerca de 30 embarcações e 100 tripulantes zarpam da Ilha da Madeira e 6 milhas náuticas depois ( ou seis meses mais tarde) aportam ao norte da Ilha de Marajó, no Brasil.

O roteiro realizado pelas embarcações tem as ilhas Canárias, Senegal e Cabo Verde (África), Salvador, Fernando de Noronha e Cabedelo e por fim a ilha de Marajó. A programação anual do rallye prevê passagem pela Paraíba em meados de janeiro de 2013, na sua 19ª edição.

“Aqui é um ponto crucial para a direção do Caribe, tanto para os que saem da Europa quanto para os que saem da África. Todos que se dedicam ao turismo náutico passam por aqui”. A afirmação é do velejador francês, e empresário, Philippe Fessard. Há 12 anos ele decidiu atracar o seu barco na Praia do Jacaré e se firmar em terras paraibanas.

Ciente da falta de estrutura para que os velejadores tivessem uma parada segura em Cabedelo, Philippe decidiu suprir essa deficiência no local. Buscou a parceria do seu conterrâneo Francis Vergnaud, e há seis anos montaram a Marina Jacaré Village. No local os turistas náuticos podem atracar seus barcos, usufruir de internet (para se comunicar com o mundo), sala de ginástica, piscina, lavanderia, barzinho, área de jogos, aulas de Português básico e escola a bordo, para as crianças.

Ambiente familiar – Philippe Fessard revela que a Marina conta permanentemente com 25 a 30 barcos atracados, sendo a maioria de famílias vindas da Europa. As famílias compostas por uma média de quatro a seis pessoas. Os turistas náuticos deixam seus barcos no local por um período que varia de 15 dias a seis meses no local. Neste tempo eles aproveitam para conhecer o litoral e o interior paraibano, bem como para viajar por estados vizinhos.

Francis Vergnaud e Philippe procuram incentivar o turismo no interior da Paraíba, o que é acatado pelos velejadores. “Esses turistas vêm, geralmente, para curtir a América do Sul, e como o Brasil é o maior país do continente, eles passam em torno de um ano conhecendo os estados brasileiros. Passam um período com os barcos aqui em Cabedelo e depois descem até a Argentina”, relata Philippe, ao observar que no Nordeste os dois municípios em melhor condição de receber esses barcos são Cabedelo e Salvador, na Bahia.

Encantados pela Paraíba - Philippe Fessard e Francis Vergnaud fizeram, por muito tempo, turismo náutico com suas respectivas famílias. Chegaram a velejar juntos. O primeiro passou 25 anos no mar e conta que a previsão era fazer outras coisas, mas, há 12 anos, decidiu parar em Cabedelo e se estabelecer na Praia do Jacaré. Philippe diz que a viagem de barco está no seu sangue e que vai voltar a velejar em breve.

Já Francis, esteve pela primeira vez no Brasil em fevereiro de 1981. Gostou e voltou em 1990. E há seis anos decidiu aceitar a proposta de Philippe em abrir a Marina e se fixar, em definitivo na Paraíba.

Paixão pelo mar - O francês Jorge Lieutand e sua esposa estão velejando pelo mundo há sete anos. Sendo que há um ano e meio está no Brasil e pretende ficar na área por mais um ano, onde pretende brincar o carnaval. “Gostamos muito do Brasil. Já participamos de um carnaval aqui e pretendemos repetir essa experiência. Depois vamos descer até a Argentina, percorrendo ainda o Sul do Brasil”, afirmou Jorge, ao elogiar a hospitalidade paraibana.

Outro casal que resolveu atracar seu barco na Praia do Jacaré foi Miriam e Lionnel. Há 40 anos eles curtem velejar. Estão viajando há três anos, quando partiram da Normandia, na França. Em fevereiro de 2011 estiveram em Recife, desceram até a Argentina e depois voltaram por Salvador e ha mais ou menos três meses estão na Paraíba. “Pretendemos continuar velejando pelo mundo por, pelo menos, mais cinco anos. Enquanto a nossa saúde deixar”, disse sorrindo Miriam.

15 nacionalidades - Desde que criaram a Marina Jacaré Village, Philippe Fessard e Francis Vergnaud já acolheram velejadores de mais de 15 nacionalidades diferentes. Segundo eles, 80% são clientes franceses e noruegueses.

Como chegar - Os velejadores estrangeiros podem se guiar pelo site da Marina Jacaré Village (www.marina-jacare-village.com) para conhecer a rota do Caribe, via município de Cabedelo. O site orienta sobre as instalações da Marina, a burocracia de como deve agir ao chegar pela primeira vez no Brasil, o turismo, as conveniências com relação aos transportes, comércio, atendimento médico, entre outras informações.

Belezas naturais e selvagens na Barra de Camaratuba, litoral norte da Paraíba

Belezas naturais e selvagens na Barra de Camaratuba, litoral norte da Paraíba

Barra da Camaratuba

A Barra de Camaratuba, pertence ao município de Mataraca, e é a última praia do litoral norte da Paraíba, fazendo divisa com o Rio Grande do Norte e situada entre os rios Camaratuba e Guajú. A pequena vila de pescadores fica localizada a aproximadamente 110 km de João Pessoa, capital da Paraíba, e a 120 km de Natal, no Rio Grande do Norte. Privilegiada pela sua exuberância natural e selvagem, a praia proporciona aos visitantes diversos passeios para conhecer os encantos e magias da região. Tranqüilidade e harmonia do homem com a natureza são características marcantes desta praia rica em coqueirais, falésias, rios e lagoas.

Além de emocionantes passeios de buggy pelas extensas praias ligando a Paraíba ao Rio Grande do Norte, o turista tem a oportunidade de conhecer a reserva indígena dos potiguaras vivenciando os costumes e danças com os nativos. O acesso à reserva indígena se faz de barco ou jangada, através do manguezal.

O povoado de Barra de Camaratuba sedia a ONG SOS Caranguejo Uça, que trabalha pela preservação e controle da espécie de caranguejo Uça, com ações de sensibilização ecológica desenvolvidas com moradores locais e turistas que visitam a praia.

Passeios mais procurados - A ong realiza passeios com guias capacitados para acompanharem os turistas, de acordo com o fluxo das marés disponibilizando macarrões (flutuadores) e máquina fotográfica aquática para registros do passeio. Para agendar sua trilha basta solicitar à pousada que estiver hospedado ou na sede da ONG em Barra de Camaratuba.

Visita às aldeias indígenas: Utilizando bugre ou veiculo 4x4, ou apenas atravessando o rio Camaratuba pela balsa, é possível visitar algumas das 24 aldeias que integram a reserva dos potiguaras, inclusive ruínas históricas da época colonial, em um contato direto com a cultura indígena, natureza selvagem e preservada. Além do artesanato belíssimo que você poderá encontrar.

Lagoa da Pavuna e fronteira entre Paraíba e Rio Grande do Norte: Utilizando bugre ou veiculo 4x4, você pode fazer um passeio ao longo do parque de geração de energia eólica, fazendo uma parada em uma das belas lagoas da região a lagoa da Pavuna e terminando na foz do rio Guaju.

Trilha da Lagoa Encantada : Trilha de rara beleza, a beira mar, de uma praia completamente deserta, ao longo de falésias vivas e coloridas, caminha-se por aproximadamente 40 (quarenta minutos), adentrando a partir daí a praia e a mata costeira, por onde se caminha mais uma hora até chegar a lagoa encantada. Formada por uma nascente de águas cristalinas a Lagoa Encantada como a denominaram os índios, é um lugar muito especial.

O vilarejo vem despertando interesse de visitantes e investidores estrangeiros, que planejam com o apoio da PBTur, transformar a Barra de Camaratuba em um ícone do desenvolvimento turístico, sustentável e preservacionista com foco no ecoturismo turismo rural e de aventura.

Litoral do Conde tem uma legião de empresários estrangeiros e um cemitério de navios

Litoral do Conde tem uma legião de empresários estrangeiros e um cemitério de navios

Litoral do Sul da Paraíba - Cidade do Conde

João Pessoa é considerada a porta de entrada dos turistas que visitam a Paraíba, que reserva uma área que se transformou e um verdadeiro paraiso para quem curte muito sol, natureza e tranquilidade. Distantes pouco mais de 30 km da capital paraibana, as praias do município do Conde, litoral sul, têm chamado a atenção dos turistas, mas principalmente, dos empresários estrangeiros, que encontraram naquela região um ambiente ideal para investimentos em equipamentos hoteleiros e serviços.

Atualmente os estrangeiros possuem 14 equipamentos hoteleiros, entre pousadas, hotéis e até resorts. Dos quase dois mil leitos existentes no Conde, 40% estão nas mãos deles. Um trecho do litoral da Paraíba é “europeu”. São suecos, holandeses, alemães, portugueses, argentinos, japoneses, ingleses, angolanos e uruguaios que descobriram as belezas naturais da região e o imenso potencial de desenvolvimento no setor turístico.

Novo roteiro - Com tantos hotéis e pousadas, e até o único resort da Paraíba - Mussulo By Mantra, a Costa do Conde estará desenvolvendo um projeto para tornar 12 desses estabelecimentos em um “Roteiro do Charme do Brasil”. O projeto é de autoria do secretário de Turismo, Saulo Barreto, e contará com a participação dos integrantes do Departamento de Arquitetura e Urbanismo do Unipê, uma faculdade privada de João Pessoa. A ideia é transformar ambientes das pousadas e hotéis em lugares de charme, como um referencial a mais de atração de turistas.

O litoral paraibano tem 138 km de extensão, onde desfilam 55 praias naturais e urbanizadas onde as suas areias claras, mar verde-azulado é incrementado por suaves enseadas, barras, estuários, restingas, cordões litorâneos, tabuleiros, falésias e salpicada, em vários trechos, por coqueiros, cajueiros, maçarandubas e guajirus. Do Sul, o litoral paraibano faz limite com Pernambuco e, ao Norte, com o Rio Grande do Norte.

Naturismo - O Conde conta com mais de 10 praias inesquecíveis, mas as mais tradicionais e conhecidas são as de Tambaba, que fica a 40 Km de João Pessoa, localizada à Barra de Garaú, e Coqueiro. Em Tambaba foi instalado o primeiro campo de naturismo oficial do Nordeste e o segundo do Brasil. Com uma extensão de 1,7 metros de pura beleza selvagem, Tambaba é protegida por suas falésias altas e íngremes, ora cobertas por uma mata densa, ora desnudas, enaltecendo o colorido dos terrenos de cor avermelhada ou branca. O acesso a esta praia é facilitado pela BR-101, integrada à rodovia Conde-Jacumã.

O Conde ainda tem o privilégio de ter em seu litoral a praia de Coqueirinho, que, como diz o nome, possui muitos coqueiros. A praia tem forma arredondada com várias falésias. Em um dos seus trechos tem águas claras, ondas fracas e arrecifes. Em outro ponto, possui ondas fortes em mar aberto, que formam grutas naturais nas rochas. Coqueirinho é considerada como sendo uma das praias mais belas do litoral paraibano, ideal para mergulhos, surfe e prática de pesca submarina e para camping.

Se os turistas encontram belezas inesquecíveis no litoral paraibano, há ainda roteiros que intrigam a imaginação de todos. No litoral paraibano está registrado um ‘cemitério’ de navios. Isso mesmo. Mergulhadores especializados e documentos da Marinha Brasileira têm registros, a partir do Século XVI, que apontam sinistros que incluem um rol de brigues ingleses, escunas e caravelas portuguesas e espanholas, navios americanos e de outras nacionalidades, que adernaram para sempre nas praias tabajaras.

Cemitério no mar - No Conde, a praia de Jacumã registra um desses naufrágios. Em profundidades que variam de 10 a 45 metros, estão afundados a escuna Jessé, de bandeira portuguesa (1574); as embarcações francesas Pierre (1582), Jumeau (1708), Chargeur D' Flote (1712), o Piegge e o Marie II (1722), além dos navios americanos Shorting Star (1856) e Transit (1871). Em 1866 naufragou alí o navio inglês Queen Of The Forthe. Em outras praias próximas, existem cascos que jazem sob a água há mais de 100 anos.

João Pessoa, capital da Paraíba, tem belas praias e um verde exuberante

João Pessoa, capital da Paraíba, tem belas praias e um verde exuberante

Fundada há 427 anos, João Pessoa é conhecida como a cidade onde o sol nasce primeiro. Aqui está localizado o Extremo mais Oriental das Américas e para os olhares dos mais apaixonados, a capital paraibana é uma das cidades mais verde do mundo. Essa cidade apresenta uma série de atrativos que deixam os seus visitantes sem fôlego e completamente apaixonados.

O litoral pessoense coloca à disposição dos turistas uma faixa de 10 praias, as principais delas são as de Tambaú, Cabo Branco e Manaíra, todas totalmente urbanizadas. É nessa faixa territorial que estão instalados a maioria dos mais de 9,2 mil leitos, além de 152 bares e restaurantes filiados à Abrasel-PB. Pela manhã, a avenida principal da orla é interditada das 5 horas até às 8 horas para que as pessoas possam fazer caminhadas, andar de patins ou skate, fazer cooper e andar de bicicletas em amplas ciclovias.

Opções de lazer - Na faixa do litoral pessoense, uma excelente indicação de passeio são as piscinas naturais de Picãozinho, que é uma formação de recifes coralíneos, que fica localizado a cerca de 1500 metros da praia de Tambaú. O passeio, que tem a duração de pouco mais de três horas, custa em média R$ 50, por pessoa. Os grupos saem em pequenas embarcações e seguem para as piscinas que surgem de acordo com as marés. Há grupos que chegam a promover ‘lual’ em ocasiões especiais.

Nos finais da tarde, na orla pessoense, o movimento passa a ser intenso na Feirinha de Tambaú e no Mercado de Artesanato da Paraíba (MAP). Nessas duas áreas comerciais, os turistas podem conhecer mais de perto o talento dos artesãos paraibanos, que expõem suas artes em peças de labirinto, madeira, ferro, algodão colorido entre outros. Mais recentemente, a cidade ganhou o Centro de Artesanato da Paraíba, local onde por força de um estatuto, só se pode vender mercadorias produzidas exclusivamente por artesãos paraibanos.

João Pessoa tem obras com marcas registradas de Burle Marx e Oscar Niemeyer. De Marx, a cidade contempla a singularidade paisagística existente no Parque Solon de Lucena, localizado no centro da capital, e que é um de seus principais cartões postais. O parque possui belos jardins e uma lagoa com um grande espelho d'água cercado por palmeiras imperiais.

Já os traços de Niemeyer podem ser apreciados na Estação Cabo Branco - Ciência, Cultura e Artes, de onde podem ser vistos uma infinidade de projetos artísticos, culturais e educativos. O equipamento, que é um dos símbolos atuais da cidade, completou quatro anos em junho e é parada obrigatória e opção de lazer para quem mora ou visita a cidade. O local tem uma extensa programação cultural, que inclui música, exposição de artes e cultura popular sempre nos finais de semana.

João Pessoa é considerada uma das cidades mais verdes do mundo, com mais de 7 metros quadrados de floresta por habitante. Durante a Eco-92 - a conferência da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre o meio ambiente -, realizada no Rio de Janeiro, o título de cidade mais verde do Brasil foi conferido à capital paraibana de forma simbólica. Mas, passeando por suas ruas e avenidas, fica claro para as pessoas que o verde é parte integrante da paisagem.

Patrimônio cultural - O Parque Zoobotânico Arruda Câmara (a Bica), localizado no centro da cidade, é uma dessas áreas verdes onde as pessoas podem curtir a natureza na acepção da palavra. Com 91 anos de história, o parque abriga 570 animais, entre mamíferos, répteis e aves. No período de férias, o local chega a receber 250 visitantes por dia. O ingresso custa R$ 1. Pela mesma quantia, o visitante pode adquirir um mapa com todas as atrações. O parque é aberto de terça-feira a domingo, das 7h30 às 17h (mas a bilheteria só funciona até as 16h).

João Pessoa é a terceira cidade mais antiga do Brasil. No seu Centro Histórico, o visitante pode conhecer o Centro Cultural São Francisco, o Mosteiro de São Bento e a Basílica de Nossa Senhora das Neves. Na Praça dos Três Poderes, é possível ver referências à história política da cidade. Os prédios antigos do Varadouro (bairro onde a cidade nasceu, às margens do Rio Sanhauá) contam a história com sua arquitetura e agora estão sendo revitalizados.